Kengo Kuma chama atenção com novo projeto em Copenhague

Kengo Kuma – o, mundialmente aclamado, arquiteto japonês – divide seu tempo entre Toquio e Paris. Em seu portfólio entram o Centro de Cultura de Nagasaki, o estádio Olímpico que sediará s jogos de 2020 e a Japan House, em São Paulo.

Agora, além de seu amplo legado, Kuma vai deixar sua marca em Copenhague.

 

A ideia é chamar atenção para importância da água na história, cultura, e vibrante vida urbana na cidade.
A ideia é chamar atenção para importância da água na história, cultura, e vibrante vida urbana na cidade.

 

Com um projeto de tirar o fôlego, seu escritório ganhou a competição internacional que escolheria o projeto do novo centro cultural que ficará a beira-mar da cidade. O projeto, desenvolvido com a Cornelius + Vöge,  Søren Jensen Engineers e a Niels Sigsgaard, pretende destacar o significado da água através da história, cultura – e agitada vida urbana – da cidade.

A proposta vencedora oferece experiências sensoriais com a água, nos seus mais diversos estados.
A proposta vencedora oferece experiências sensoriais com a água, nos seus mais diversos estados.

 

A ideia é criar uma visão única da água como elemento cotidiano, da arte e da arquitetura. Através de experiências com a água, em diferentes estados e condições: o reflexo da luz que forma um prisma, o vapor dos navios ou, ainda, o próprio fluxo da água que uniu povos ao seu redor.

O plano arquitetônico é composto por pirâmides em diferentes tamanhos.
O plano arquitetônico é composto por pirâmides em diferentes tamanhos e volumes.

 

A arquitetura escolhida é um show a parte: uma série de pirâmides, sem uma entrada única, mas multidirecional, permite o acesso a todos, e oferece um espaço vibrante, aberto e tangível – além de remeter a dinâmica da natureza.

O revestimento escolihdo, rústico, compõe o projeto.
O revestimento escolihdo, rústico, compõe o projeto.

 

O térreo une os espaços internos e externos, e os liga ao quebra-mar logo ao lado, como se tudo fosse um só ambiente. O paisagismo, criado para ter terraços e múltiplas cascatas, ajuda a criar essa sensação de continuidade.

Uma brincadeira entre a transparência e opacidade garantem dinamismo graças as luzes naturais que permeiam o edifício.
Uma brincadeira entre a transparência e opacidade garantem dinamismo graças as luzes naturais que permeiam o edifício.

O revestimento foi cuidadosamente escolhido para se relacionar com o projeto – o material rústico remete à tradição dinamarquesa e expressa texturas naturais. Os diferentes níveis de opacidade e transparência da fachada brincam com a luz natural em diferentes estações.

O Centro Cultural tem espaço especial na cidade: à beira-mar.
O Centro Cultural tem espaço especial na cidade: à beira-mar.

 

O projeto.
O projeto.

Imagens: © Kengo Kuma & Associates, Luxigon

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